Prefeitura realiza Audiências Públicas para delimitar Áreas Rurais e Urbanas

[ http://diariodepetropolis.com.br/integra/prefeitura-realiza-audiencias-publicas-para-delimitar-areas-rurais-e-urbanas-69726 ] – Diário de Petrópolis

Com o objetivo de atualizar os limites urbanos e rurais do município, a Prefeitura realiza nos dias 10 e 20 de agosto, audiências públicas para a elaboração de um projeto de lei que irá delimitar essas áreas.

A primeira reunião será realizada no auditório da Casa dos Conselhos Municipais Augusto Ângelo Zanatta, a partir das 19h. O segundo encontro será na Escola Mosenhor João de Deus, em Pedro do Rio, às 19h30.

“Petrópolis tem crescido muito e é necessário saber quem mora na área urbana e quem vive na área rural. A cidade foi estudada e analisada, levando em conta os novos loteamentos aprovados e os critérios estabelecidos pelo Código Tributário Nacional para a definição do que é área urbana. A partir desses princípios foi redigida uma minuta de lei e elaborado um mapa que formaliza as questões e delimita a nova configuração das áreas urbanas do município”, explicou o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Robson Cardinelli.

Esse estudo feito pela Prefeitura será apresentado nas audiências públicas, onde a população poderá discutir e apresentar propostas para a elaboração do decreto. “É muito importante a participação da população, qualquer pessoa pode participar e contribuir para a elaboração dessa lei”, ressaltou o secretário. Depois de elaborado, o projeto de lei será encaminhado a Câmara Municipal para votação.

Apresentação do Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental dos Distritos de Petrópolis – 28 Agosto

A NovAmosanta, com o apoio da Secretaria de Estado do Ambiente, do Instituto
Estadual do Ambiente – INEA, e da Câmara Municipal de Petrópolis, terá imenso
prazer em recebê-lo(a) no evento de apresentação do Diagnóstico Socioeconômico
e Ambiental dos Distritos de Petrópolis, cujas informações seguem no anexo.

Atenciosamente,
Roberto L. Penna Chaves
NovAmosanta

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Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental
dos Distritos de Petrópolis

O diagnóstico  apresenta a situação dos distritos, incluindo informações sobre o uso do solo,  restrições legais e das áreas de alta suscetibilidade aos processos hidro erosivos; foi elaborado com o patrocínio de cidadãos dos distritos e será entregue ao poder público para benefício do município.

Dia 28 de agosto, sexta-feira, às 18:30 horas
Auditório do Itaipava Flat Center
Estrada União Indústria nº 10.337– Itaipava – Petrópolis

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Convite Original

MPF vê omissão do Ibama em moradias ilegais na Rio-Juiz de Fora

Procuradoria da República  cobra estudo para preparar remoção de comunidade em Petrópolis

O Ministério Público Federal (MPF) refutou as alegações de um recurso do Ibama em processo movido também contra a Agência Nacional de Transportes Terrestres, o Município de Petrópolis e a concessionária Concer (Rio-Juiz de Fora). Com a ação do MPF, o órgão foi condenado em primeira instância a fazer um projeto de recuperação ambiental nos km 57/58 da BR-040, ocupado por moradias da comunidade Arranha-Céu. O estudo da área, considerada de preservação permanente, deve ser feito em conjunto com o Município de Petrópolis.

Na manifestação (contrarrazões a recurso extraordinário), a Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2) argumenta que essa disputa judicial não envolve uma violação à Constituição que justifique o recurso. A procuradora regional da República Beatriz Christo considerou razoável o prazo de 90 dias para a execução do projeto – contado desde 17 de março (data do julgamento) – e concordou com a multa fixada de R$ 500 por dia de descumprimento da ordem judicial. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ/ES) analisa em breve se submete o recurso extraordinário do Ibama ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“Inúmeros documentos nos autos mostram que grande parte das moradias foram construídas em áreas de preservação permanente e o Ibama deveria ter atuado de forma efetiva, visando a desocupação e posterior recuperação da área ocupada”, afirma a procuradora regional Beatriz Christo. “Ficou comprovada a omissão do Ibama em não fiscalizar e preservar a área de preservação ambiental permanente e não há dúvidas de que a omissão causou os danos ao meio ambiente e aos cidadãos que ali se instalaram com suas famílias e agora devem sair.”

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