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	<title>NovAmosanta &#187; Concer</title>
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	<description>Distritos de Petrópolis</description>
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		<title>Empresa que vencer concessão da BR-040 também irá manter Itaipava-Teresópolis</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 00:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[novamosanta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[BR040]]></category>
		<category><![CDATA[Concer]]></category>

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		<description><![CDATA[( do Diário de Petrópolis) Contrato com a Concer termina em 2021; Diário faz um raio-X sobre as concessões de rodovias no país O ano está terminando e um assunto começa a entrar na agenda do debate público, principalmente em<span class="ellipsis">&#8230;</span><div class="read-more"><a href="http://www.novamosanta.org.br/2019/11/25/empresa-que-vencer-concessao-da-br-040-tambem-ira-manter-itaipava-teresopolis/">Leia Mais <span class="screen-reader-text">Empresa que vencer concessão da BR-040 também irá manter Itaipava-Teresópolis</span><span class="meta-nav"> &#8250;</span> </a></div><!-- end of .read-more -->]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>( do <a href="https://www.diariodepetropolis.com.br/Integra/empresa-que-vencer-concessao-da-br-040-tambem-ira-manter-itaipava-teresopolis-174065" target="_blank">Diário de Petrópolis</a>)</p>
<h4>Contrato com a Concer termina em 2021; Diário faz um raio-X sobre as concessões de rodovias no país</h4>
<figure id="attachment_2899" style="width: 750px;" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2019/11/RodoviaPhiluvioCerqueira.jpg"><img class="size-full wp-image-2899" src="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2019/11/RodoviaPhiluvioCerqueira.jpg" alt="Rodovia  Philuvio Cerqueira Rodrigues (BR-495) Itaipava - Teresópolis  (foto Diário)" width="750" height="470" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Rodovia Philuvio Cerqueira Rodrigues (BR-495) Itaipava &#8211; Teresópolis (foto Diário)</figcaption></figure>
<p>O ano está terminando e um assunto começa a entrar na agenda do debate público, principalmente em Petrópolis: a nova concessão para a administração da BR-040, no trecho entre a cidade do Rio e Juiz de Fora (MG). O contrato com a Concer termina em 2021 e não será renovado. A expectativa do governo federal é que a nova concessão seja realizada já no primeiro semestre de 2020.</p>
<p style="display: none;">$teaser</p>
<p>O molde do novo contrato está sendo elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), ligada ao Ministério da Infraestrutura. O estudo está em andamento e prevê uma novidade: além de gerir a BR-040 e tocar as obras da Nova Subida da Serra, quem vencer o processo licitatório deverá cuidar de 31 quilômetros da BR-495, estrada que liga o distrito de Itaipava à cidade de Teresópolis. Ao todo, são 211 quilômetros.</p>
<p>O estudo de pré-viabilidade da EPL estipula investimentos de R$ 2,6 bilhões, e custos operacionais em torno de R$ 1,8 bilhões: ou seja, no total, a nova empresa deve aplicar R$ 4,4 bilhões no sistema viário ao longo de toda a concessão.</p>
<figure id="attachment_2898" style="width: 750px;" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2019/11/br040Trecho.jpg"><img class="size-full wp-image-2898" src="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2019/11/br040Trecho.jpg" alt="BR-040 Trecho em Petrópolis - Juiz de Fora (foto: Diário)" width="750" height="563" /></a><figcaption class="wp-caption-text">BR-040 Trecho em Petrópolis &#8211; Juiz de Fora (foto: Diário)</figcaption></figure>
<p><strong>Os modelos de concessão</strong></p>
<p>Para entender como funciona o processo de entrega das rodovias à iniciativa privada, é preciso conceituar as diferenças entre os modelos: a concessão é quando o poder público transfere um trecho de estrada para a gestão de uma empresa, com prazo de início e término. O governo define, por contrato, como devem ser feitos os investimentos e quais são as responsabilidades. Com a privatização, o governo vende o ativo, perdendo o controle sobre ele.</p>
<p>A Concer começou a operar, no modelo de concessão, em outubro de 1995. O país era outro, a modelagem de concessão também, e muita coisa mudou de lá pra cá. A Companhia de Concessão Rio &#8211; Juiz de Fora fez parte do primeiro lote de companhias entregues à gestão de entes privados. O modelo adotado foi o de Reabilitação-Operação-Transferência (ROT). O objeto é a exploração da infraestrutura e da prestação de serviços públicos e obras. O primeiro lote foi feito em uma época de instabilidade econômica no país, e a Taxa Interna de Retorno (TIR) era maior &#8211; o que ajuda a explicar as elevadas tarifas de pedágio da estrada.</p>
<p>Agora, a iminência do novo processo levanta questionamentos: como será o novo modelo? Como não repetir os erros que nos trouxeram à situação atual? <em><span style="color: #008000;"><strong>Para a NovAmosanta, entidade que defende os interesses dos moradores dos distritos, a concessão comum é mais adequada que a parceria público-privada (PPP).</strong> </span></em>Um exemplo foi adotado recentemente na BR-153, principal ligação entre o Meio-Norte do país. Na rodovia, a licitação inclui mecanismos como o gatilho de tráfego, para reduzir ou acelerar o programa de investimentos; e a arbitragem, com técnicas modernas para a resolução de eventuais conflitos. No caso da BR-040, o mais provável é que o modelo de outorga seja utilizado &#8211; quando a empresa que paga o maior valor vence o certame. Outra possibilidade, menos cotada, é o menor valor do pedágio.</p>
<p>O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Fiorini, também está acompanhando o processo junto à EPL, à ANTT e ao Ministério da Infraestrutura. Segundo ele, caso o modelo da outorga seja escolhido, o valor deve ser investido em Petrópolis.</p>
<p>&#8211; Eu defendo que o modelo da outorga é válido desde que o valor seja investido em melhorias na estrada e na questão da acessibilidade dentro do município. Isso é fundamental &#8211; disse.</p>
<p>Fiorini, que também é presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Petrópolis (Sicomércio),  também defende o uso da tecnologia para a cobrança do pedágio, através de tags ou chips. Isso permitiria a cobrança por quilômetro rodado &#8211; o que, de acordo com o empresário, possibilita redução na tarifa.</p>
<p>&#8211; Tenho batido muito nessa questão da nova metodologia de cobrança por quilômetro rodado, no modelo free flow (fluxo livre). Hoje já existe tecnologia suficiente. Temos que olhar para a frente, e não para o modelo de praça de pedágio, que está ultrapassado. No entanto, se isso não puder ser implantado imediatamente, defendo que a praça do pedágio seja realocada para as imediações da Reduc. Todas as melhorias na BR-040 foram feitas no trecho de Duque de Caxias. Eles utilizam todos os serviços, incluindo socorro mecânico e reboque, e só os petropolitanos pagam. Não podemos pagar uma conta e não ter nada em troca &#8211; disse Fiorini, que levou essas demandas à ELP, ANTT e Ministério da Infraestrutura.</p>
<p><strong>Os principais atores</strong></p>
<p>Segundo a Associação Brasileira de Concessões de Rodovias (ABCR), o Brasil conta com cinco investidores e 47 Sociedades de Propósito Específico para a gestão das estradas, tendo 37 concessões, 10 empresas individuais. A principal empresa do setor é a Arteris, que administra 3,4 milhões de quilômetros. São 12 estradas em cinco Estados, sendo nove rodovias federais. No Rio de Janeiro, a empresa assumiu, em 2008, a concessão da BR-101 Norte, entre a Niterói &#8211; Manilha e Campos, com resultados altamente positivos: a Autopista Fluminense duplicou, em dez anos, 126 quilômetros da rodovia, entre Campos e Macaé, Casimiro de Abreu e Rio Bonito, e em Rio Bonito. Além disso, como há várias praças de pedágio, os valores a cada trajeto são menores e o usuário paga de acordo com o trecho que utiliza.</p>
<p>Em segundo lugar, aparece a CCR. São 3,3 milhões de quilômetros em nove rodovias, entre elas a Presidente Dutra e a Via Lagos. Além das estradas, a empresa também é responsável pela gestão das barcas entre Rio, Niterói, Angra dos Reis e Mangaratiba. Companhias individuais, como a Rodovia do Aço (entre Volta Redonda e Além Paraíba), a Rota 116 (entre Nova Friburgo e Itaboraí) ocupam a terceira colocação, com 3,2 milhões de quilômetros. A terceira maior empresa do setor (2,7 milhões de quilômetros) e a quarta em malha viária é a Ecorodovias, que administra a Ponte Rio &#8211; Niterói. A AB Concessões, que não opera no Rio de Janeiro, é a quinta maior do setor, com 1,7 milhão de quilômetros em três rodovias de São Paulo e uma de Minas Gerais. Em seguida, aparecem consórcios como a Concessionária Rio &#8211; Teresópolis e o Via Rio (que administra o corredor Transolímpico, entre o Recreio dos Bandeirantes e Deodoro, na capital). A Odebrecht completa a lista, administrando 303,5 mil quilômetros em estradas do Mato Grosso e de Pernambuco.</p>
<p>São 23 rodovias federais geridas pela iniciativa privada em 11 Estados. A maior quantidade delas passa pelo Rio de Janeiro: Rodovia Presidente Dutra (CCR NovaDutra), Rio &#8211; Teresópolis (CRT), Ponte Rio &#8211; Niterói (EcoPonte) e BR-101, entre Niterói e Campos dos Goytacazes (Autopista Fluminense). Em São Paulo, além da Dutra, outras duas estradas federais estão nas mãos de empresas privadas: a Régis Bittencourt (que liga o Estado ao Paraná) e a Fernão Dias (com destino à Minas Gerais). Duas estradas federais concedidas ligam o Paraná a Santa Catarina: a Litoral Sul e a Planalto Sul.</p>
<p>Também contam com estradas administradas pelo setor privado Minas Gerais (2), Rio Grande do Sul (2), Goiás (1), Bahia (1), Mato Grosso (1). É importante fazer uma observação: na lista da ABCR, não constam nem a Concer nem a Via 040 &#8211; que administra a estrada entre Juiz de Fora e Brasília e pediu o encerramento amigável do contrato, mas ainda opera a rodovia.</p>
<p><strong>Mais estradas concedidas à iniciativa privada</strong></p>
<p>Também há 31 rodovias estaduais concedidas em sete Estados, sendo mais da metade em São Paulo: são cinco milhões de quilômetros de rodovias geridas pelo setor privado. No Paraná, são cinco estradas concedidas, o segundo maior número do país. Até o momento, apenas duas estradas estaduais do Rio são administradas por empresas: a ViaLagos (CCR) e a RJ-116. Mas a situação pode mudar em breve. O Governo do Estado tem um Programa Estadual de Rodovias, com Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI). Funciona assim: empresas apresentam estudos de viabilidade para a concessão de 13 rodovias estaduais, divididas em sete lotes. Estão previstas intervenções na Linha Vermelha; a extensão da Via Light; a construção de acesso ao Porto do Açu; além da construção da rodovia Transbaixada. Na Região dos Lagos, também deve passar para as mãos do setor privado a RJ-106.</p>
<p>No plano federal, as metas do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, são ousadas. Ele pretende conceder 16 mil quilômetros, incluindo toda a malha viária do Rio de Janeiro &#8211; é importante destacar que, além da Concer, passarão por novos processos de concessão a Dutra e a Rio &#8211; Teresópolis. Em junho, o ministro destacou que as novas concessões vão considerar investimentos importantes para desatar o nó da infraestrutura. Além da nova concessionária da BR-040 ter que realizar as obras da Nova Subida da Serra e administrar a Itaipava &#8211; Teresópolis, a empresa que levar a Rio &#8211; Teresópolis também irá cuidar do Arco Metropolitano. No caso da Dutra, a concessão vai incluir a Rio &#8211; Santos, e a nova descida da Serra das Araras será um investimento obrigatório da empresa vencedora.</p>
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		<title>Concer fecha mais um acesso à União e Indústria</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 14:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[novamosanta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Concer]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[UniaoIndústria]]></category>

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		<description><![CDATA[da Tribuna de Petrópolis de 17 de julho (aqui página inicial do jornal) JANAÍNA DO CARMO &#8211; Redação Tribuna A Concer — concessionária que administra a BR-040 — iniciou na segunda-feira, uma obra para fechar o acesso à Estrada União<span class="ellipsis">&#8230;</span><div class="read-more"><a href="http://www.novamosanta.org.br/2019/07/17/concer-fecha-mais-um-acesso-a-uniao-e-industria/">Leia Mais <span class="screen-reader-text">Concer fecha mais um acesso à União e Indústria</span><span class="meta-nav"> &#8250;</span> </a></div><!-- end of .read-more -->]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>da <a href="https://www.tribunadepetropolis.com.br/" target="_blank">Tribuna de Petrópolis de 17 de julho (aqui página inicial do jornal)</a></p>
<p>JANAÍNA DO CARMO &#8211; Redação Tribuna</p>
<p>A Concer — concessionária que administra a BR-040 — iniciou na segunda-feira, uma obra para fechar o acesso à Estrada União e Indústria pela ponte do Castelo de Itaipava, na altura do km 56.</p>
<p>O local era usado há mais de 40 anos pelos motoristas que agora terão como alternativa outro retomo mais distante quatro quilômetros.</p>
<p>Apesar das intervenções de afunilamento do canteiro terem começado há dois dias, a concessionária ainda não instalou placas informando o fechamento do acesso e vários motoristas foram flagrados na manhã de ontem, fazendo a conversão agora proibida. &#8220;É lamentável que, mais uma vez, a Concer não procure a Prefeitura que tem técnicos de mobilidade na CPTrans e experiência local para buscar uma so-lução melhor. Esse acesso já existia antes da BR-040 e a rodovia cortou Itaipava ao meio deixando parte da população do outro lado com dificuldade de acesso&#8221;, protestou o <span style="color: #008000;"><strong>presidente da NovAmonsanta, Jorge de Botton. </strong></span></p>
<p>Com o fechamento desse acesso, os motoristas também tem a opção de passar por dentro do Castelo de Itaipava, onde uma pista foi construída para acessar a ponte e chegar a Estrada União e Indústria. &#8220;Agora o acesso à ponte se faz por dentro de propriedade particular do Castelo, e portanto de forma condicional, tem até que passar por um portão. A ANTT que supostamente deveria privilegiar o olhar do usuário não pode desconsiderar a solicitação da Prefeitura que é a representante legal dos cidadãos petropolitanos.</p>
<p>Em resumo: <strong><span style="color: #008000;">o trânsito em Itaipava que já está péssimo só tem a piorar, uma má notícia&#8221;, ressaltou Jorge de Botton</span></strong>. Quem mora na região ou os motoristas que vem de Juiz de Fora (MG) também criticaram a medida pois agora estão impedidos de acessar a União e Indústria pelo retorno em frente ao Castelo. &#8220;Eu moro na Vila Rica e para chegar na União e Indústria era só retornar em frente ao Castelo e seguir até o acesso a ponte. Agora, com essa obra o retomo terá que ser na ponte do Arranha-Céu, vamos perder mais tempo&#8221;, lamentou Fabiano Augusto, de 48 anos.</p>
<p>A falta de sinalização também foi questionada pelo morador. &#8220;Não há nada que diga que não podemos mais entrar na ponte ou que temos que seguir pelo terreno do Castelo. Muitos motoristas continuam fazendo a conversão correndo risco de acidente&#8221;, comentou Fabiano.</p>
<p>A equipe da Tribuna ficou na região por cerca de 20 minutos, neste período flagrou pelo menos 10 motoristas fazendo a conversão para acessar a ponte. Em nota, a Concer informou que &#8220;o acesso opera de forma regular no sentido União e Indústria &#8211; BR040, respeitando os padrões de segurança viária e em consonância com o novo acesso ao Castelo de Itaipava.</p>
<p>A ANTT, em nota, in-formou que o acesso era irregular e que os motoristas contam com outras alternativas de passagem entre a BR-040 e a União e Indústria.</p>
<p>Outro acesso à União e Indústria que a Concer também fez obras que dificultaram a conversão dos motoristas é o localizado a poucos metros do pedágio, em Areal. O local dá acesso ao distrito da Posse e é usado principalmente por moradores do distrito. A entrada ainda não foi proibida pela concessionária, mas ela é feita com dificuldade devido ao afunilamento do canteiro. Além disso, os motoristas também encontram um tre-cho urbano em péssimo estado de conservação.</p>
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		<title>Sociedade civil cobra solução para acabar com descaso: cancelamento do contrato da Concer poderia ser alternativa, mas juiz indeferiu pedido do MPF</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 20:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[novamosanta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[BR040]]></category>
		<category><![CDATA[Concer]]></category>

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		<description><![CDATA[(do Diário de Petrópolis &#8211; clicar-  : Philippe Fernandes) Para Jorge de Botton, presidente da NovAmosanta &#8211; organização não-governamental que representa a sociedade civil organizada na região dos distritos de Petrópolis – a melhor alternativa deixou de ser o cancelamento do<span class="ellipsis">&#8230;</span><div class="read-more"><a href="http://www.novamosanta.org.br/2018/01/08/sociedade-civil-cobra-solucao-para-acabar-com-descaso-cancelamento-do-contrato-da-concer-poderia-ser-alternativa-mas-juiz-indeferiu-pedido-do-mpf/">Leia Mais <span class="screen-reader-text">Sociedade civil cobra solução para acabar com descaso: cancelamento do contrato da Concer poderia ser alternativa, mas juiz indeferiu pedido do MPF</span><span class="meta-nav"> &#8250;</span> </a></div><!-- end of .read-more -->]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>(do <a href="http://diariodepetropolis.com.br/integra/sociedade-civil-cobra-solucao-para-acabar-com-descaso-144077" target="_blank">Diário de Petrópolis &#8211; clicar- </a> : Philippe Fernandes)</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>Para Jorge de Botton, presidente da NovAmosanta</strong> &#8211; organização não-governamental que representa a sociedade civil organizada na região dos distritos de Petrópolis – a melhor alternativa deixou de ser o cancelamento do contrato por via judicial, uma vez que a decisão indeferiu esta demanda do Ministério Público. Para ele, a solução ideal seria separar a concessão da estrada Rio &#8211; Juiz de Fora (que termina em 2021) das obras de Nova Subida da Serra.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8211; O quadro atual é preocupante. A concessão vai até fevereiro de 2021. No entanto, o juiz federal negou a alternativa da caducidade do contrato, então esta possibilidade é inviável. A situação de retomada é difícil, pois existe uma quantidade de problemas que torna a solução muito complexa. Na minha opinião, deveríamos pensar em alguma forma de considerar a obra da Nova Subida da Serra uma questão independente do contrato, tirar a obra da complexidade da concessão. Hoje, existem empresas especializadas em arbitragem que podem ajudar na avaliação dos problemas – disse, opinando que o fundamental é “tirar o problema da continuidade da obra, pois o investimento está estragando e estamos jogando dinheiro fora, e isso causa transtorno para o município”. (<strong>do texto</strong>)</em></p>
<p>Abandono das obras, falta de conservação nas pistas de subida e descida da serra e pedágio<br />
caro. Essa combinação explosiva deixa insatisfeitos os petropolitanos que precisam viajar para o Rio de Janeiro constantemente e os turistas que querem visitar ou conhecer a cidade. A situação prejudica o comércio de um município que tem no turismo um dos pilares da sua economia. Por conta disso, autoridades e representantes da sociedade civil organizada pensam em soluções para solucionar, em curto prazo, o problema.</p>
<p>Em setembro, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra a Concer. A Procuradoria da República em Petrópolis pediu a suspensão de um possível reajuste na tarifa do pedágio, que estava sendo cogitado à época; a suspensão da cobrança em si; além da caducidade (cancelamento) do contrato da Concer, por inexecução contratual. Sem a Concer, a responsabilidade pela estrada passaria para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que iria atuar como interventora até que uma nova empresa assumisse a obra.</p>
<p>Em dezembro, o juiz da 2ª Vara Federal de Petrópolis, Fábio Brandão, acatou em parte o pedido feito pelo MPF. A decisão condiciona os novos reajustes de pedágio à retomada das obras da Nova Subida da Serra. Além disso, a Concer só poderá ter um aumento do preço autorizado quando demonstrar a melhoria da manutenção no trecho de descida e subida da serra. No entanto, o juiz indeferiu o pedido de cancelamento do contrato, e a Concer continua tendo a responsabilidade pela manutenção da rodovia.</p>
<p>A construção da nova pista de subida da serra teve início em 2012 e deveria ter sido concluída antes da realização das Olimpíadas do Rio, em 2016. Hoje as intervenções estão orçadas em mais de R$ 1,7 bilhão &#8211; dos quais R$ 1,3 bilhão são recursos federais e as obras estão paralisadas.</p>
<p><strong>Prefeito defende intervenção</strong></p>
<p>A Concer alega que a falta de aportes para o Tesouro Nacional ocasionou o desequilíbrio financeiro da companhia, inviabilizando a retomada das obras de Nova Subida da Serra. No entanto, na opinião do prefeito Bernardo Rossi, isso não é justificativa para essa situação.</p>
<p>&#8211; O município está ao lado do MPF, unindo forças para melhorar as condições da principal via de acesso a Petrópolis. O Ministério Público entende, assim como a prefeitura, que a falta de manutenção viária não pode ser justificada pela falta de repasse dos aportes para a nova subida da serra, visto que o pedágio é recolhido e deve ser usado na manutenção da via em operação. Por isso defendemos a intervenção, que pode apontar para uma rescisão de contrato – sustentou o prefeito.</p>
<p>“Hoje, temos duas pistas e nenhuma ao mesmo tempo: a atual, sem manutenção e obsoleta, e a nova, que não tem 40% de conclusão” – Bernardo Rossi, prefeito</p>
<p><strong>Rossi destacou, ainda, que “Petrópolis tem duas pistas e nenhuma ao mesmo tempo”.</strong></p>
<p>&#8211; Uma cidade se faz pelos seus acessos e hoje Petrópolis tem duas pistas e nenhuma ao mesmo tempo: a atual, sem manutenção e obsoleta e a “nova”, que não tem 40% de conclusão. A conclusão da nova pista de subida da Serra é urgente. O comércio, o turismo e a indústria acumulam prejuízos e com isso toda a economia da cidade está comprometida pelas condições da estrada. Este é um problema que atinge não só o petropolitano, que usa a estrada todos os dias, mas sobre tudo a economia e o desenvolvimento da cidade – afirmou.</p>
<p>Em agosto a Procuradoria Geral do município ingressou com duas ações na Justiça Federal requisitando melhorias na atual pista de subida e a intervenção da ANTT sobre a Concer. O município também é parte em um processo do Ministério Público Federal, no mesmo sentido.</p>
<p><strong>Prejuízos para o comércio</strong></p>
<p>A falta de manutenção da subida da serra e outros fatores, como a instalação de feirões de malhas em cidades da Região Metropolitana do Rio, como Duque de Caxias, fazem com que a atividade econômica de Petrópolis sofra grandes perdas. Em 2016, a Firjan fez um estudo apontando que o atraso nas obras da Nova Subida da Serra poderia gerar prejuízo de R$ 1,5 bilhão para a cidade, levando em conta o impacto logístico e os possíveis acidentes.</p>
<p>Um dos setores que mais sofrem com essa situação é o comércio, uma das atividades que impulsionam a economia de Petrópolis. Na opinião do presidente do Sindicato do Comércio Varejista da cidade, Marcelo Fiorini, o cancelamento do contrato seria a solução ideal. Fiorini, que também é secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, questiona como a concessionária ainda se mantém, mesmo com as evidências da inexecução contratual.</p>
<p>&#8211; Já falamos diversas vezes sobre a Concer. A grande verdade é que já acabou qualquer possibilidade de negociação com esta empresa. Ela deveria ser retirada há muito tempo, pois vem prejudicando a cidade, presta um péssimo serviço, não cumpre o que trata e gera prejuízos. Nos últimos anos, tivemos a diminuição do número de pessoas que visita os polos de moda da cidade. Isso, em boa parte, acontece pelos feirões da Baixada, que ficam no meio do caminho; e, por outro lado, a nossa estrada é muito problemática – afirmou.</p>
<p>Fiorini acredita que a ANTT deveria aumentar a fiscalização sobre a empresa. O presidente do Sicomércio lembrou, ainda, que a cidade está “sitiada” pelos pedágios, pois a localização penaliza os petropolitanos e beneficia, por exemplo, moradores de Duque de Caxias – que utilizam a estrada nos trecho onde há menos problemas no pavimento e não pagam o pedágio.</p>
<p>&#8211; Quem mais paga é quem mais sofre. Mudaram o local da praça do pedágio beneficiando Caxias e prejudicando Petrópolis. Passou da hora de tirar a concessionária e abrir uma nova licitação para, primeiro, terminar a obra, que é imprescindível; e prestar um serviço compatível, uma vez que pagamos um dos pedágios mais caros do país.</p>
<p><strong>Alternativa: separar concessão e obra</strong></p>
<p>Para Jorge de Botton, presidente da NovAmosanta &#8211; organização não-governamental que representa a sociedade civil organizada na região dos distritos de Petrópolis – a melhor alternativa deixou de ser o cancelamento do contrato por via judicial, uma vez que a decisão indeferiu esta demanda do Ministério Público. Para ele, a solução ideal seria separar a concessão da estrada Rio &#8211; Juiz de Fora (que termina em 2021) das obras de Nova Subida da Serra.</p>
<p>&#8211; O quadro atual é preocupante. A concessão vai até fevereiro de 2021. No entanto, o juiz federal negou a alternativa da caducidade do contrato, então esta possibilidade é inviável. A situação de retomada é difícil, pois existe uma quantidade de problemas que torna a solução muito complexa. Na minha opinião, deveríamos pensar em alguma forma de considerar a obra da Nova Subida da Serra uma questão independente do contrato, tirar a obra da complexidade da concessão. Hoje, existem empresas especializadas em arbitragem que podem ajudar na avaliação dos problemas – disse, opinando que o fundamental é “tirar o problema da continuidade da obra, pois o investimento está estragando e estamos jogando dinheiro fora, e isso causa transtorno para o município”.</p>
<p><strong>Jorge de Botton lembrou os prejuízos causados a Petrópolis pela falta de conservação das pistas.</strong></p>
<p>A estrada vem sofrendo um processo de falta de manutenção há bastante tempo. À medida que isso vai se acumulando, a BR-040 sofre cada vez mais. E isso com a cobrança do pedágio mais caro do país. É incompatível essa manutenção, essa qualidade da rodovia com o pedágio pago. Existe uma cláusula de obrigatoriedade para 150 placas de concreto rígido por ano, e isso não vem acontecendo. É uma situação que precisa ser revertida – afirmou.</p>
<h3><strong>A incógnita da cratera no Contorno: </strong><strong>Trecho está em mão dupla e não há um prazo para a liberação da pista</strong></h3>
<p><a href="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2018/01/buraco2018.jpg"><img class=" size-medium wp-image-2402 alignleft" src="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2018/01/buraco2018-300x169.jpg" alt="buraco2018" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Os problemas que envolvem a concessão da BR-040 tiveram um agravante no dia 7 de novembro de 2017: a cratera aberta na Comunidade do Contorno, que engoliu uma residência de três andares às margens da rodovia. Parte de uma residência vizinha também desabou. Até hoje, a área está interditada, tanto para os moradores, quanto para o tráfego de veículos. No local, estava sendo escavado o túnel que faz parte das obras de Nova Subida da Serra.</p>
<p>Há uma divergência em relação à causa do acidente: um laudo da Defesa Civil diz que a falta de monitoramento do túnel da Nova Subida da Serra, que não é acompanhado pelos técnicos da concessionária desde 2016, foi um fator determinante para o desastre. Já a Concer afirma que as análises dos laudos prosseguem e, portanto, não há como apontar responsabilidade pelo ocorrido.</p>
<p>Para o presidente da NovAmosanta, Jorge de Botton, essa situação preocupa.</p>
<p>&#8211; Até hoje não sabemos, do ponto de vista da Concer, o que ocasionou esse buraco. Já se passou quase dois meses. Quando vamos ter a avaliação concreta sobre essa situação? A estrada está bloqueada, com impedimento de trânsito, gerando transtornos, vez e outra há engarrafamentos. Além disso, o túnel continua passando por baixo da rodovia, gerando insegurança. Eu vejo esse quadro todo como muito negativo para o município, um quadro preocupante. Estamos em época de chuvas, que acrescenta riscos, e a gente precisa de respostas – afirmou.</p>
<p>A questão da cratera no Contorno foi judicializada, aumentando o número de ações contra a concessionária. A Prefeitura entrou na Justiça para cobrar a responsabilidade civil e criminal pelo desastre, além de ter entrado com ação de reparação de danos coletivos para que a Concer fosse responsabilizada pelos prejuízos econômicos à cidade. As ações envolvendo a cratera do Contorno, entretanto, foram transferidas para a Justiça Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>TRIUNFO PARTICIPAÇÕES – Buraco nas Contas, Cratera na BR-040</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 14:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[novamosanta]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Concer]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo  com informações obtidas de seu site, a Triunfo, listada no Novo Mercado (NM), o mais alto nível de Governança Corporativa da Bolsa de Valores (B3), foi uma das primeiras empresas a assumir a concessão de uma rodovia no país, em 1995<span class="ellipsis">&#8230;</span><div class="read-more"><a href="http://www.novamosanta.org.br/2017/11/24/triunfo-participacoes-buraco-nas-contas-cratera-na-br-040/">Leia Mais <span class="screen-reader-text">TRIUNFO PARTICIPAÇÕES – Buraco nas Contas, Cratera na BR-040</span><span class="meta-nav"> &#8250;</span> </a></div><!-- end of .read-more -->]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2017/11/alertaConcer.gif"><img class="aligncenter wp-image-2335 size-full" src="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2017/11/alertaConcer.gif" alt="alertaConcer" width="660" height="660" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;">De acordo </span><span style="color: #000000;"> com informações obtidas de seu site, a <b><a href="http://ri.triunfo.com/show.aspx?idCanal=QPgS3H7rBi5ReZVeAg5Rbg==" target="_blank">Triunfo</a></b>, listada no Novo Mercado (NM), o mais alto nível de Governança Corporativa da Bolsa de Valores (B3), foi uma das primeiras empresas a assumir a concessão de uma rodovia no país, em 1995 e atualmente figura como uma das empresas de maior expressão nesse segmento, tanto em número de quilômetros administrados, quanto em receita e volume de tráfego. Nesse setor, a Companhia administra cinco concessionárias de rodovias: a Econorte, no Paraná, a Concepa, no Rio Grande do Sul, a <b>Concer</b>, no Rio de Janeiro e Minas Gerais, a Concebra, no Distrito Federal, Minas Gerais e Goiás, e a Transbrasiliana, em São Paulo entre as divisas de Minas Gerais e Paraná.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Desde Jul/2017 a Triunfo enfrenta um processo de Recuperação Extrajudicial, cujos principais documentos relacionados da Companhia e de suas controladas referidas podem ser acessados por meio do link: <b><a href="http://ri.triunfo.com/Show.aspx?IdMateria=h8sXM7q347TedfQetbjF2A==" target="_blank">Recuperação Extrajudicial.</a></b></span></p>
<p><a href="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2017/11/triunfoQuadrantes.gif"><img class="aligncenter wp-image-2334 size-large" src="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2017/11/triunfoQuadrantes-1024x478.gif" alt="triunfoQuadrantes" width="750" height="350" /></a></p>
<p>De 2012 a 2016, a Triunfo teve um desempenho fraco em termos econômico-financeiros, em especial de 2015 para 2016, com quedas expressivas de ativos e patrimônio, receita, geração de caixa medida pelo EBITDA e resultado líquido que em 2016 ficou negativo em R$ 335 milhões. Em 2016 sua dívida líquida estava em R$ 3,8 bilhões, representando 5,4 vezes sua capacidade de geração de caixa. Os prejuízos de 2013, 2014 e 2016 deterioraram o retorno do acionista (ROE) que na média ficou abaixo de zero.</p>
<p>Em período mais recente, o desempenho da companhia ainda deixa a desejar, pois seus principais indicadores tiveram reduções nos primeiros nove meses de 2017 quando comparados com igual período de 2016: queda de ativos (12%), redução expressiva de patrimônio líquido (56%) e receita praticamente estável. De acordo com o balanço dos 9M2017, o EBITDA ficou negativo em R$ 201 milhões, o prejuízo atingiu R$ 834 milhões, mantendo a dívida líquida do fim de 2016, R$ 3,8 bilhões, agravada pelo caixa negativo. A situação é dramática porque enquanto a dívida cresce a geração de caixa decresce, dificultando seu equacionamento.</p>
<p>A Triunfo perdeu cerca de 68% de seu valor de mercado do fim de 2012 até&#8230; <span style="color: #ff9900;">[<a style="color: #ff9900;" href="http://www.sabe.com.br/alertas/detalhe/triunfo-participaces-buraco-nas-contas-cratera-na-br-040" target="_blank"><em>continue lendo aqui (precisa cadatramento rápido)</em></a>]</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Luiz Guilherme Dias</strong><br />
<strong>Equipe <span style="color: #ff9900;"><a style="color: #ff9900;" href="http://www.sabe.com.br" target="_blank">SABE &#8211; Inteligência em Ações da Bolsa</a></span></strong></p>
<p>(Luiz Guilherme Dias é Diretor na NovAmosanta)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://www.sabe.com.br/upload/imagens/0d9170e3904fb264fc00ddee38427ff5.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comissão Especial no GPT Concer Proposta pela NovAmosanta Analisará a Criação de Unidade de Conservação e da Estrada Parque</title>
		<link>http://www.novamosanta.org.br/2016/07/22/comissao-especial-no-gpt-concer-proposta-pela-novamosanta-analisara-a-criacao-de-unidade-de-conservacao-e-da-estrada-parque/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2016 16:52:34 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[BR040]]></category>
		<category><![CDATA[Concer]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada-Parque]]></category>
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		<description><![CDATA[A possibilidade de que a Concer implantar mão dupla de tráfego até o Belvedere, na atual subida da Serra, após desativada, levou a NovAmosanta a propor a formação de uma comissão especial para debater a viabilidade da implantação de uma<span class="ellipsis">&#8230;</span><div class="read-more"><a href="http://www.novamosanta.org.br/2016/07/22/comissao-especial-no-gpt-concer-proposta-pela-novamosanta-analisara-a-criacao-de-unidade-de-conservacao-e-da-estrada-parque/">Leia Mais <span class="screen-reader-text">Comissão Especial no GPT Concer Proposta pela NovAmosanta Analisará a Criação de Unidade de Conservação e da Estrada Parque</span><span class="meta-nav"> &#8250;</span> </a></div><!-- end of .read-more -->]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de que a Concer implantar mão dupla de tráfego até o Belvedere, na atual subida da Serra, após desativada, levou a NovAmosanta a propor a formação de uma comissão especial para debater a viabilidade da implantação de uma estrada parque na atual subida, no âmbito da criação de uma nova unidade de conservação na região.</p>
<p>Havia o receio de que, com a mão dupla de tráfego, haveria a implantação de linhas de ônibus no trecho e com isso haveria o risco de invasões do trecho de Mata Atlântica cortado pela atual subida da Serra.</p>
<p>O GPT – Grupo Paritário de Trabalho/Concer, na sua reunião de maio último, atendendo à sugestão da NovAmosanta, decidiu formar uma comissão especial para estudar a viabilidade da criação de uma nova unidade de conservação na região e dentro dela a implantação da estrada parque.</p>
<p>Para a NovAmosanta é muito importante a proteção do trecho de Mata Atlântica cortado pelas estradas de subida e descida da Serra de Petrópolis. Além da sua beleza natural, o trecho abriga importante flora e fauna que tem de ser preservados. Em função disso, o referido trecho se constitui num ativo ambiental  importantíssimo para o município de Petrópolis e para o Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A NovAmosanta defende a criação de uma nova unidade de conservação para a região que seria denominado Parque da Serra dos Órgãos, certamente um atrativo fundamental para o turismo em Petrópolis, Itaipava e região.</p>
<p>Estamos mobilizando apoio a essa proposta junto à sociedade civil e entidades ambientais ligadas a Petrópolis: uma das primeiras instituições a se engajarem nessa mobilização foi o INEA – Instituto Estadual do Ambiente, cujo presidente Marcus Lima, já manifestou, publicamente, seu compromisso de defender o trecho de Mata Atlântica cortado pela estrada de acesso a Petrópolis.</p>
<p>A primeira reunião dessa comissão especial, &#8211; Comissão Especial da Estrada-Parque aconteceu dia 16 de junho, na sede da Concer, sob a coordenação de Nilson Gonze, da ANTT, com a presença de representantes da Concer, da Novamosanta, do INEA, do Instituto Chico Mendes – ICMBio, das secretarias municipais de Petrópolis e de Duque de Caxias e, ainda da APA – Área de Proteção Ambiental de Petrópolis, do Sistema Firjan e da Essati Engenharia, empresa responsável pela execução dos programas ambientais da Concer.</p>
<p>A Comissão Especial da Estrada-Parque, entre outras tarefas, vai analisar a criação de uma nova unidade de conservação, abrangendo os trechos de subida e descida da Serra de Petrópolis, alternativas de enquadramento, definir propostas sobre limites, a responsabilidade de gestão e manutenção e as fontes de recursos para a implementação da proposta.</p>
<p>[Notas]</p>
<p>NovAmosanta defende a criação do Parque Serra da Estrela (da Tribuna). No blog:<br />
<a href="http://distritosdepetropolis.org/blog/?p=1652" target="_blank">http://distritosdepetropolis.org/blog/?p=1652</a></p>
<p>Sobre a Estrada Parque. No blog (diversas postagens):<br />
<a href="http://distritosdepetropolis.org/blog/?cat=80" target="_blank">http://distritosdepetropolis.org/blog/?cat=80</a></p>
<p>Documento descritivo da Estrada Parque:<br />
<a href="http://www.distritosdepetropolis.org/arquivosParaDownload/Estrada-Parque%20Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20(2).pdf" target="_blank">http://www.distritosdepetropolis.org/arquivosParaDownload/Estrada-Parque%20Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20(2).pdf</a></p>
<p>A NovAmosanta está representada no GPT através de seus diretores Jorge deBotton e Fernando Varella.<br />
<a href="http://distritosdepetropolis.org/blog/?p=807" target="_blank">http://distritosdepetropolis.org/blog/?p=807</a></p>
<p>O GPT – Grupo Paritário de Trabalho/Concer é um grupo de tripartite  criado pela ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, formado  por representantes da concessionária, da sociedade civil e do poder  público que se reúne, periodicamente, para debater o desempenho da  concessionária da BR-040, trecho Rio-Juiz de Fora.  Revista da CONCER  com o GPT:<br />
<a href="http://www.distritosdepetropolis.org/arquivosParaDownload/Via_Concer_setembro_2014.pdf" target="_blank">http://www.distritosdepetropolis.org/arquivosParaDownload/Via_Concer_setembro_2014.pdf</a></p>
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		<title>Obras da Concer da Nova Subida da Serra está 92% atrasada</title>
		<link>http://www.novamosanta.org.br/2016/07/22/obras-da-concer-da-nova-subida-da-serra-esta-92-atrasada/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2016 14:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[novamosanta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[BR040]]></category>
		<category><![CDATA[Concer]]></category>

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		<description><![CDATA[[Diário de Petrópolis &#8211; sábado, 16/07/2016] A audiência pública da comissão externa da Câmara dos Deputados que fiscaliza concessões rodoviárias teve alegações fortes contra a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Na audiência, foram apresentados dados de um relatório do<span class="ellipsis">&#8230;</span><div class="read-more"><a href="http://www.novamosanta.org.br/2016/07/22/obras-da-concer-da-nova-subida-da-serra-esta-92-atrasada/">Leia Mais <span class="screen-reader-text">Obras da Concer da Nova Subida da Serra está 92% atrasada</span><span class="meta-nav"> &#8250;</span> </a></div><!-- end of .read-more -->]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>[Diário de Petrópolis &#8211; sábado, 16/07/2016]</p>
<p>A audiência pública da comissão externa da Câmara dos Deputados que fiscaliza concessões rodoviárias teve alegações fortes contra a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Na audiência, foram apresentados dados de um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) no qual o trecho da BR-040 entre Rio e Juiz de Fora (administrado pela Concer) consta com índice de inexecução do contrato de 94,22% em 2014. A ANTT diz que os números são fruto de uma avaliação “muito restrita”. O deputado Hugo Leal (PSB/RJ) pediu ao Ministério que haja cancelamento do contrato da concessionária.</p>
<p>O tribunal também diz que encontrou os seguintes problemas nos diversos trechos de rodovias federais sob supervisão da ANTT: Inexecução de obras previstas em contrato; execução de obras não previstas; indício de cobrança indevida de pedágio; fiscalização falha e falta de governança e participação social.</p>
<p>O índice de inexecução contratual da Concer era de 60,27% em 2013; 96,67% em 2012; 83,23% em 2011; 43,95% em 2010 e 99,61% em 2009.</p>
<p>O Tribunal também cita alta&#8230; (<a href="http://diariodepetropolis.com.br/Integra/tcu-obras-da-concer-da-nova-subida-da-serra-esta-92-atrasada-95178" target="_blank">clique para continuar lendo &#8211; Diário de Petrópolis..</a>)</p>
<p><img src="http://diariodepetropolis.com.br/Conteudo/Dados_DRPTR14/acervo/1/201607/fotos/0718_x_0172_20160715214733_4OH6A.jpg" alt="" /></p>
<p>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>NovAmosanta defende no GPT ANTT/Concer a Preservação da Mata Atlântica através da transformação da atual subida em Estrada-Parque</title>
		<link>http://www.novamosanta.org.br/2016/05/24/novamosanta-defende-no-gpt-anttconcer-a-preservacao-da-mata-atlantica-atraves-da-transformacao-da-atual-subida-em-estrada-parque/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2016 01:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[novamosanta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Concer]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada-Parque]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Paritário de Trabalho da CONCER]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Os  diretores Jorge de Botton e Fernando Varella da NovAmosanta, representantes dessa ONG no GPT – Grupo Paritário de Trabalho – ANTT/Concer,  vinham insistindo na realização de uma reunião especial para discutir as questões ambientais que envolvem a construção da<span class="ellipsis">&#8230;</span><div class="read-more"><a href="http://www.novamosanta.org.br/2016/05/24/novamosanta-defende-no-gpt-anttconcer-a-preservacao-da-mata-atlantica-atraves-da-transformacao-da-atual-subida-em-estrada-parque/">Leia Mais <span class="screen-reader-text">NovAmosanta defende no GPT ANTT/Concer a Preservação da Mata Atlântica através da transformação da atual subida em Estrada-Parque</span><span class="meta-nav"> &#8250;</span> </a></div><!-- end of .read-more -->]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os  diretores Jorge de Botton e Fernando Varella da NovAmosanta, representantes dessa ONG no GPT – Grupo Paritário de Trabalho – ANTT/Concer,  vinham insistindo na realização de uma reunião especial para discutir as questões ambientais que envolvem a construção da nova subida da serra, e, especialmente, a questão da transformação da  subida atual numa estrada-parque tão logo a nova subida seja concluída.</p>
<figure id="attachment_1643" style="width: 135px;" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2016/05/subidaAtual.jpg" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-1643 " title="subidaAtual" src="http://www.novamosanta.org.br/wp-content/uploads/2016/05/subidaAtual-135x300.jpg" alt="" width="135" height="300" /></a><figcaption class="wp-caption-text">BR040 - Subida da Serra Atual</figcaption></figure>
<p>Essa reunião especial (16.a Reunião do GPT) ocorreu em 19 de maio passado, presentes os representantes da Firjan Petrópolis, Firjan Três Rios, NovAmosanta, Inea, Concer e ANTT.</p>
<p>No início a Concer fez uma apresentação dos programas ambientais desenvolvidos pela empresa. Em seguida, foi abordada a questão da criação de uma estrada-parque na atual subida da serra.</p>
<p>Os referidos diretores, há algum tempo, questionam fortemente a decisão preliminar da Concer de implantar mão dupla de trânsito na atual subida da serra, a qual teria como consequência, certamente, a criação de linhas de ônibus subindo e descendo a estrada, e a consequente ocupação irregular de trechos preservados da Mata Atlântica cortados pela estrada, coisa que já ocorre no segmento inicial da subida.</p>
<p>Não é por outra razão que Jorge de Botton e Fernando Varella vinham se posicionando contra a referida decisão preliminar, de modo não somente a se preservar um importante trecho da Mata Atlântica, o qual abriga riquíssimas flora e fauna, mas também, porque a referida mata é um patrimônio nacional e de Petrópolis e certamente, uma atração permanente para nossos visitantes e turistas.</p>
<p>Após muitas intervenções por parte dos representantes das entidades presentes, ao final da reunião, <span style="text-decoration: underline;">foi aprovada a convocação de um grupo de trabalho especial</span>, com a missão específica de discutir os detalhes da proposta de transformação da atual subida da serra numa estrada-parque.</p>
<p>Deverão participar, do referido grupo de trabalho, representantes da sociedade e de entidades empresariais de Petrópolis, e das instituições federais, estaduais e municipais que cuidam do meio ambiente.</p>
<p>A NovAmosanta participará ativamente.</p>
<p><em><span style="color: #ff9900;">[ver também o projeto</span> <a href="http://www.distritosdepetropolis.org/arquivosParaDownload/Estrada-Parque%20Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20(2).pdf" target="_blank">Estrada-Parque &#8211; Yara Valverde &amp; Orlando Graef (clicar)</a> &#8211; <span style="color: #ff9900;">precisa ler PDF</span><span style="color: #ff9900;">]</span></em></p>
]]></content:encoded>
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